SIGN IN YOUR ACCOUNT TO HAVE ACCESS TO DIFFERENT FEATURES

CREATE AN ACCOUNT FORGOT YOUR PASSWORD?

FORGOT YOUR DETAILS?

AAH, WAIT, I REMEMBER NOW!

CREATE ACCOUNT

ALREADY HAVE AN ACCOUNT?
  • SIGN UP
  • LOGIN

MODIGIMODIGI

  • Venda Sua Música
    • Distribuição Digital
  • Monetização
  • Serviços
    • Marketing Digital
    • Distribuição de Vídeos
    • Licenciamento de Música
    • Criação de perfil no VEVO
    • Produção de CDs
    • Serviços de Design
  • Preços
    • Single800 MT
    • Single Pro1800 MT
    • Álbum2800 MT
    • Álbum Pro4200 MT
  • Loja
  • Preskit
  • Viva Música
  • Suporte

Agora a MODIGI já distribui para o Mozikplay! Clique aqui para começar um novo lançamento.

Kloro leva Museu da Mafalala ao Rubro

by Mario Monjane / 10 10+02:00 March, 2022 / Published in Blog

5 de março, foi um dia inesquecível para os fãs de Kloro Killa, pois os mesmos tiveram a oportunidade de assistir ao primeiro show do segundo álbum do rapper intitulado “Revolução Cultural”, que teve lugar no Museu da Mafalala.

Há dois anos que os fãs estavam à espera desse show, que teve que ser adiado devido à COVID-19 e, por sua vez, Kloro não via a hora de apresentar o seu álbum. Finalmente, o dia chegou e o público deixou o medo (de ser “rambado”) de lado e dirigiu-se ao Museu da Mafalala em massa.

O show começou pontualmente a hora marcada, o que é raro em Moçambique. Os Suspeitos de Costumes subiram ao palco. Walter Nascimento ou simplesmente Teknik foi quem chamou Kloro ao palco e este entrou ao som de “Manda vir tudo”, primeira faixa do álbum “Revolução Cultural”, e mandou vir tudo: flow, presença/performance e lírica.

Logo a seguir, Kloro cantou a música “Vamos” e, como “ninguém chega longe sozinho”, todos entraram na vibe, colocaram os punhos no ar e navegaram ao som da música guiada pelo rapper.

Depois de “Mandar vir tudo” e dizer “Vamos”, chegou a hora de Kloro falar para o público libertar-se dos seus medos e enfrentá-los, através da música “Liberta-te”, e foi necessário reforçar a banda com mais pessoas para cantarem o coro.

Depois, Kloro cantou as músicas “Sintoniza”, “Boas Vibrações” e “Processo”, tendo convidado a Regina da Banda Gran’Mah para subir ao palco e cantar a última.

Depois das “Boas vibrações” da ‘Revolução Cultural”, Kloro decidiu fazer uma viagem ao tempo e cantou a “Música da sociedade” do álbum “Xigumandzene” levando o público ao delírio.

Aí começava uma pequena sessão de TBT’s dos hits do rapper, que foi seguida pelos seus versos nas músicas “Dje dje” e “Continência”, da Trio Fam, grupo no qual ele fez parte.

Voltando ao álbum “Revolução Cultural”, Kloro cantou a música “Thlanga”, que conta com a participação de Roberto Chitsondzo e Assa Matusse.

Depois de “Tlhanga” , Kloro voltou ao álbum “Xigumandzene” e cantou as músicas “Killa” e “Síria”, tendo “kilado” o palco com a sua performance e as suas barras.

De volta ao álbum “Revolução cultural”, Kloro cantou a música que dá título ao seu segundo álbum e contou com a ajuda do público para tal.

O show já estava quase na recta final, e Teknik surpreendeu ao cantar o seu grande intitulado “Sidekick”, lançado em 2011.

E quando todos pensavam que Kloro já havia entregue todas as cartas que tinha na manga, eis que ele reaparece e faz o público vibrar ao som de “Par ideal” e “Não posso esperar”, e antes de cantar esta última, Teknik agradeceu ao Hélder Leonel, irmão de Kloro, pelo seu contributo ao hip-hop nacional e pediu aplausos para o mesmo.

Por sua vez, Kloro agradeceu o suporte do público e pediu que apoie os novos talentos, tendo chamado o rapper Konfuzo ao palco, que cantou o seu freestyle da música “Não posso esperar” e recebeu uma salva de palmas dos espectadores.

Para fechar o seu repertório musical naquele show, Kloro fez valer o local da escolha para a realização do evento e cantou a música “Show da Maife”. E foi assim que o rapper se despediu do palco com o sentimento de “missão cumprida”.

Como um show típico de hip-hop, não podia faltar uma freestyle e coube ao Hélder Leonel fazer as honras.

É importante frisar que o nível de entrega de Teknik foi notável e incrível. Ele fez os coros de todas as músicas do álbum, que na realidade são feitas por outros artistas, mas nem dava para notar nenhuma diferença. Por sua vez, os outros membros da banda deram o seu máximo e quase não dava para notar a diferença entre a música ao vivo e do estúdio.

Por: Moz Entretenimento

 

What you can read next

A maldade dos Homens exposta em “Teu Erro” da Lukie
O álbum “Lalany” de Roberto Isaías agora disponível para streaming
Capa oficial da Playlist Dança Comigo da Apple Music
Artistas da MODIGI representam Moçambique na playlist dos PALOPs “Dança Comigo” da Apple Music

Parceiro

Mas Populares

  • Quando os tambores do passado ecoam no futuro: Isaú Meneses convida ao despertar africano em ‘África Lamuka’, álbum manifesto de 13 faixas

  • WORKSHOP DA BRIDGES FOR MUSIC NA XHUB JUNTA NOMES SONANTES DA MÚSICA E INSPIRA TALENTOS LOCAIS

  • Thulily lança o single “Do You Wrong” com produção de Mak Exodus – a música chega às plataformas digitais pela MODIGI

  • X-ACADEMY DA XHUB E BPM-ACADEMY ASSINAM MEMORANDO PARA FORMAÇÃO DE DJS EM MOÇAMBIQUE

  • Mais uma “bomba” dos The Hood Brodz – EP “Casa Blanca” já disponível nas plataformas digitais

  • Radjha Ally lança o single “Echachanla” a caminho do álbum “Niinee”

  • BRIDGES FOR MUSIC WORKSHOP COM MO CHAKK EM MAPUTO, MOÇAMBIQUE.

  • Quem Somos
  • Serviços
  • Suporte
  • Distribuição
  • Monetização
  • Preços

[mc4wp_form id=”1145″]

TOP